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Canto II - La tête du corbeau

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Canto II - La tête du corbeau

Mensagem por Danto em Ter 4 Jun 2013 - 15:22


Paris, 12 de Março de 2012. Opéra, nono arrondissement.

O final de reunião se deu com a permissão cedida da primogena à execução do plano que Thomas havia apresentado, na sequência o regente do Elísio e a própria primogena se retiraram. Ficando apenas no local a jovem e bela harpia, senhorita Legrand. Não demorou muito para que enfim, vocês dois já estivessem no carro na direção da boate do tal Ravnos. Sua carniçal também os acompanhava no interior do carro, mas se mantinha no banco da frente, ao lodo do motorista. Deixando os dois membros sozinhos no banco de trás para conversarem sobre seus assuntos específicos.
-Bom...
Disse a senhorita Legrand, cruzando as pernas e apoiando as mãos em seu joelho levantado, dando uma breve olhada para a magnífica visão da cidade de Paris que corria rapidamente pela janela do carro, deixando um breve sorriso se formar em seus lábios e por fim, olhando diretamente para Thomas para dar inicio a verdadeiro diálogo.
-Dimitri Heron, é o nome do dono deste local que visitaremos. Ele é um Ravnos um pouco antigo, um ancillae de acordo com a categorização vampírica moderna. Isso concede ao mesmo aproximadamente algumas poucas centenas de anos. Mas para nós, dois neófitos, eu diria que precisaremos nos cuidar. Bem, ele chegou há alguns anos em Paris e recebeu o aval do principe para seu estabelecimento funcionar da maneira que funciona. São três andares, o primeiro mortal. O segundo e terceiro direcionados ao público sobrenatural...

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Re: Canto II - La tête du corbeau

Mensagem por Fractius em Seg 10 Jun 2013 - 13:28

Thomas sentado com sua perna direita sob a esquerda e ambas as mãos juntas apoiadas em seu colo. Estava olhando pela janela a magnitude de bela que é esta cidade de Paris. É uma beleza muito mas viva do que em sua maravilhosa terra, Londres. Até que seu plano inicial foi aceito pela Primógena de seu clã só à duas opções, ela o quer testar ou apenas confia no neófito, não é atoa que o membro foi enviado pelo próprio Primógeno de Londres. Então seu rosto voltou a olhar para a bela Harpia, quando ela começou a falar ele não tirava seus olhos claros dos dela. Então comenta em francês para a jovem com ele à sua frente:

─ Entendo literalmente o cuidado que devemos ter com um membro do clã dos ciganos... Nem pelo poder, apenas por suas astúcias que já ouvi falar. Nunca os presenciei, seria minha primeira vez que veria um Ravnos...

Desenhou um maravilhoso sorriso, sua mão direita segue até a lateral de sua cabeça e ajeitando seu cabelo loiro para trás suavemente e voltando a mesma junto a outra novamente ao colo e com sua voz encantadora continuou:

─ Não precisaremos ter medo... Não estamos indo para desacata-lo, apenas negócios. E da forma que vou me representar, não tem como ele alegar o meu pedido. Isso iria ajudar muito a Camarilla... E principalmente os métodos do nosso Clã. Além disso a boate seria apenas uma armadilha, para apanharmos o Sabá de surpresa.... E se possível até chegarmos na boate poderia me informar quem seria o Xerife e os membros ligados a arte de combate... E depois com mas calma sobre outros importantes, para que eu fique ciente para não me extrapolar nesta cidade. Ficaria muito grato minha querida Legrand.

Ficou com seu maravilhoso e limpo sorriso aguardando as respostas da Harpia... E em nome da srª Catherine, Thomas seria o novo Harpia de Paris... Será uma honra em servir o Clã, com um posto dedicado da Camarilla.


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Re: Canto II - La tête du corbeau

Mensagem por Danto em Sex 14 Jun 2013 - 1:32

A Harpia deixou um pequeno sorriso se desenhar em seus lábios no exato momento em que os olhos de Thomas Chevallier se encontraram com os esverdeados que a mulher possui. Era um sorriso levemente inocente que por algum motivo incomodou os instintos mais perversos da besta de Thomas, por alguns breves segundos pareceu até mesmo um deboche perante a inocência de Thomas em manter um contato visual direto... Mas nada grave o suficiente e longo para causar uma inquietação gravemente revoltosa, pois com certa habilidade, a Harpia deu inicio à sua resposta. Desviando o olhar para a janela e mantendo os olhos na paisagem que cortava rapidamente pelo vidro lateral.
-Didieu Reseaux é o principalmente nome nesta questão na cidade. Ele é o antigo Príncipe de Berlim, e recentemente integrou-se à sociedade de Paris como primógeno Brujah. Dizem que o mesmo pretende criar um esquadrão de elite local... Além dele, há o brutal algoz Hadar Suliman e o fugaz xerife Jean-Luc. Suliman é, por mais estranho que isso pareça, um Assamita. O primeiro à ser aceito pelo Príncipe. Em contra-partida, Luc é um Brujah antigo, sabe, daqueles que se diziam "soldados poéticos-filosóficos".
Você pode notar a movimentação da sua carniçal no banco da frente, com um leve sinal com o indicador esquerdo. Era o símbolo previamente estabelecido entre vocês dois que significava que o local para onde estavam se encaminhando não demoraria muito à chegar.

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Re: Canto II - La tête du corbeau

Mensagem por Fractius em Sex 14 Jun 2013 - 14:05

~

Thomas percebeu que o seu jeito de olhar as pessoas não foi muito de agrado para senhorita Legrand. Dentro de sua mente ele desenhou um sorriso quando ela desviou o olhar. Então o jovem Ventrue apenas se ajeitou no banco traseiro ficando um pouco inclinado, mas sentado conforme a sua etiqueta permite. Até o momento em que ela cruza as pernas ele não deixa de dar uma leve olhada, pois como diz o ditado 'Tudo que é bonito tem que ser mostrado'. Então seus olhos focavam o nada para não deixa-la 'constrangida' novamente. Ouvia suas palavras em relação aos membros, quando ela finalizou ,Thomas desenhou em seu maravilhoso rosto um leve sorriso em seu canto direito da boca e completou com sua voz encantadora:

─ Hmm... Realmente perfeito. Vejo que temos membros com bastante talentos nas proezas físicas... O que me intriga de verdade é o Primógeno Brujah que abandonou Berlim para vir até Paris... Isto não soa estranho minha querida ? Além dele pessoalmente montando um grupo de elite. Não quero dizer nada, quem sou eu para isso... ? Eu e você como Ventrue vivenciando um principado, nunca abandonaria assim do nada... Mas bem... -

Thomas realmente percebeu que sem querer estava fugindo do assunto, então com sua mão direita transpassa em sua cabeça ajeitando seu cabelo sedoso e liso para trás e voltava a falar:

─ Realmente fico grato e espero que este grupo poderá me ajudar futuramente em relação ao plano que tenho contra o Sabá e o direito em relação a boate do Ravnos. Como você mesmo disse no hotel em que estou hospedado que essa boate fica entre os nosso territórios e o do Sabá... Mas isso acabará. E o que vou oferecer ao Ravnos, não terá como ele rejeitar. Pode contar comigo, senhorita Legrand. O meu sangue vampírico pode ser de um neófito, mas minha mente e alma é tão antiga nos negócios que mesmo que ele não aceite minha proposta... Eu tenho um plano B. -

Percebia sua carniçal fazendo o sinal com o dedo, apenas responde afirmando com a cabeça e então esperaria ouvir Legrand se iria responder algo. E aguardava chegar no local, enquanto isso o membro de sangue-azul ajeita sua gravata enquanto olha pela sua janela admirando o belo ambiente que trás Paris.

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Re: Canto II - La tête du corbeau

Mensagem por Danto em Qua 26 Jun 2013 - 18:29

Legrand que mantinha os olhos na janela durante todas as duas últimas falas ditas por Thomas, finalmente voltou-se para o jovem Ventrue e esboçou um pequeno sorriso. O carro já estava estacionado em frente à boate, a Harpia por outro lado, parecia começar a movimentar-se apenas agora.
-Veja bem, meu caro Thomas...
Disse ela, ajeitando-se no banco do carro, em movimentos sutis que indicavam uma espécie de preparação para descer do veículo.
-Ainda não sabemos exatamente o que iremos encontra agora na Black Roses. Lhe adianto que este é um teste fundamental para sua entrada na sociedade Ventrue de Paris, certifique-se do funcionamento dos teus planos. Esta é a dica que lhe dou... Agora, sobre o Primógeno Brujah..
Ela fez outra pausa e momentos antes da porta dela ser aberta pela sua Carniçal, a Harpia lançou um olhar direto para você, algo que lhe perturbaria por alguns longos segundos e certamente por várias noites seguintes. Um olhar de medo.
-Não faça levante questionamentos sobre fatos que não lhe dizem respeito.

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Re: Canto II - La tête du corbeau

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