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Ato I - Dimitri D. Heron

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Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Danto em Ter 23 Abr 2013 - 21:07



Paris, 12 de Março de 2012. Opéra, nono arrondissement. Black Roses.


Existem alguns privilégios em ser um Independente. Não são tantas regras e normas à serem seguidas, assim como não existem superiores tão diretos e hierarquias chatas que pouco mudam em suas essências... Entretanto, ser um independente era um fardo pesado à ser carregado, um fardo que tende muito mais ao seu lado negativo do que para suas poucas vantagens. Era necessário agradar os dois lados do cenário de batalha local, tanto o Sabá e seus ignorantes poderosos e a Camarilla com seus mauricinhos influentes. No fim, Dimitri conseguia dar sequência à seus projetos: A Black Roses. Um clube que começava a virar gradativamente uma preferência entre os cainitas locais, apesar do constante desafio de manter a ordem, o local recentemente resultou em bons lucros e poucas dores de cabeças reais.
A noite do dia doze de março de dois mil e doze, começou de uma maneira pouco comum. Dmitri já estava em sua propriedade, no terceiro andar, sentado em sua sala prestes a dar inicio ao balanço de caixa inicial antes de abrir o local para seu turno noturno. Foi nesse momento que a jovem secretária, Karina, uma imigrante polaca e de um carisma curioso, adentrou sua sala com um semblante inusitado. E automaticamente começou a falar:
-Boa noite Senhor Heron. Desculpe a intromissão, mas esta acontecendo algo que você deve ver... No segundo andar... Não sei muito bem como as coisas foram chegar do jeito que estão, mas o senhor precisa ver!


Última edição por Danto em Dom 19 Maio 2013 - 15:03, editado 1 vez(es)

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Miac em Qua 24 Abr 2013 - 8:47

Dimitri estava como de costume calmo e despreocupado com tudo, apenas aparência, muitos pensavam que ele não iria muito longe por ser como era, e suas roupas não agradavam a grande maioria, mas o que agradava a muitos era o fato dele fazer tratos com qualquer um, mas era algo complicado de se manter e este iria começar a fazer o balanço da noite passada quando viu sua secretaria adentrar ao local de uma forma repentina, ele colocou a mão no queixo em apoio e a ficou olhando de uma forma neutra com um meio sorriso no rosto, ele arqueou uma das sobrancelhas e coçou a cabeça em sinal de preocupação, mesmo não tento ar no pulmões ele simulou soltar o ar pela boca em menção ao fato, suas mãos se bateram e ele se levantou indo em direção ao segundo andar.
- Primeiramente uma ótima noite para nós dois Karina, esta muito linda essa noite, acho que é o medo ou a surpresa em seus olhos que lhe fizeram ficar radiante!
Muitos poderiam falar que Dimitri era um egoísta sem limites que tratava a todos como moeda de troca, porém, aqueles que trabalhavam para ele sempre eram elogiados quando faziam seu trabalho de uma maneira correta, elevar o ego de qualquer ser o deixa mais acessível aos argumentos que podem surgir, sua face ficou um pouco mais seria enquanto este descia as escadas do black roses em direção ao suposto caos que ali surgiu.
- Você implora e pede para todos que não façam nada dentro da Black Roses, mas ai eles se sentem ofendidos com algo e saem por ai derrubando tudo e todos, e o pior Karina eu mandei mudar a decoração na semana passada, mande chamar Fenrir, espero conseguir apaziguar as coisas...onde estou com a cabeça! O que esta acontecendo lá minha linda?

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Danto em Qua 24 Abr 2013 - 20:24

A jovem abriu um sorriso desajeito e nervoso no rosto, levantando vagarosamente os óculos que carregava em sua face. Respirando fundo para manter a calma, passando as mãos pelas vestes e por fim respondendo da forma com que costumava responder. Eficiência de dados e informações:
-Existe uma mulher, ela adentrou o segundo andar por volta das dezoito horas e doze minutos. Roupas provocantes e um perfeito esteriótipo de mulher fatal e ligeiramente vulgar. As dezoito e treze, eu me ausentei para checar uma informação com o bartender. Foi nesse momento em que eu me virei para olhar diretamente para a pista do segundo andar e vi todos dançando em volta dela, como se fossem seus servos devotos. O local pouco a pouco foi assumindo traços de uma grande orgia e várias brigas começaram a acontecer... Ela ainda esta no local chefe, e creio que ela seja uma da sua espécie.

Spoiler:
Karina, secretária da Black Roses

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Miac em Qua 24 Abr 2013 - 21:27

Dimitri andou calmamente enquanto ouvia sua secretaria lhe passar as informações necessárias, este estava com um sorriso no rosto ao ver a mulher se ajeitar toda, uma coisa ele deveria admitir, os humanos quando bem tratados são uns dos melhores aliados que se pode ter e quando irritados são uns verdadeiros demônios, nem se lembrava mais por que tinha contratado aquela mulher mas a resposta dela demonstrou o motivo, a mesma tinha a capacidade de anotar e se lembrar de coisas que ele nem se que percebia, o cainita olhou para Karina com um sorriso no rosto e arrumou seu óculos quase escuro e um pouco exótico para o local, ele sorriu de uma forma amigável e sua fala era calma como de costume.
- Não tenho palavras para expressar o quão detalhista você é linda Karina, eu deveria te indicar para os tremeres sabia...na verdade não, perder você seria meu fim linda, mas o que os olhos veem o coração sente, se ela é uma de minha especie...espera Karina,especie...não seja grosseira mulher, não sou nenhum animal para ser classificado assim, sou tão bonzinho que deveriam me chamar de santo, chame de família é mais charmoso, essa linda mulher deve estar querendo me pregar uma peça e é bom que seja isso mesmo.
No final da frase o semblante de Ravnos se tornou serio e assustador, seus olhos brilhavam de uma forma ameaçadora e o sorriso que antes demonstrava se tornou uma boca meio torta mostrando seus caninos em sinal de insatisfação, este logo tomou a postura de antes e continuou seu caminho.
" É engraçado como os de minha linhagem são sempre tão chamativos em tudo, custa obedecer algumas miseras e simples regras...se eu não tivesse o mesmo sangue e soubesse que isso tudo é uma grande merda eu iria achar uma grande afronta, não que não seja uma, mas gostamos de mostrar nosso humor único e irônico"
- Ela vai ficar lá até alguém lhe oferecer a porta para a saída ou quando eu chegar lá estará tudo perfeito como sempre deve ser!

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Danto em Qui 25 Abr 2013 - 20:26

As bochechas da mulher assumiram uma tonalidade avermelhada em reação à resposta dada por seu Senhor. Ela recuou um passo e precisou de alguns segundos para respirar mais fundo e conseguir evitar qualquer tipo de ataque de pânico ou crise, mas como sempre, ela reagia de forma exemplar diante qualquer tipo de ameaça ou pressão.
-Perdoe-me, senhor Heron. Não tive a intensão de associar você e os membros da sua família à animais selvagens ou qualquer coisas similar, só não encontrei uma palavra melhor no momento para definir os traços de semelhança entre vocês, e o termo, vampiro, me sooa muito ofensivo. Já que vocês não parecem em nada com esse mito, salvo a necessidade sanguínea e o sol. Mas, como devo agir em relação à isso? Devo chamar o selvagem ou não?!

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Miac em Sex 26 Abr 2013 - 8:56

- Você é um doce Karina, não em relação ao seu sangue sabe, mas em aspecto social, utiliza das palavras com uma consciência absurda, mas agora que mencionou em chamar Fenrir, pelo menos foi o que entendi, não, ele chutaria a mulher até o outro lado da rua, por ser da minha família eu mesmo devo resolver isso...
Dimitri falava com uma calma assustadora, suas palavras eram polidas em um francês límpido e claro, este mantia o jeito despreocupado, talvez apenas fizesse aquilo para irritar qualquer um, mas com sua secretaria não funcionava muito já que a mulher o conhecia tão bem, enquanto ainda estava no caminho até a maldita que o tinha feito perder um precioso tempo fazendo todo aquele show, ele olhou direito nos olhos de sua secretaria.
- Quando eu for falar com essa mulher quero que fique afastada dela, não quero que se machuque por ignorância de algum membro da minha família ou outras linhagens.

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Danto em Sab 27 Abr 2013 - 17:03

A jovem secretária parou nos corredores que davam acesso ao segundo piso do local, expressando em todas as partes de seu corpo mortal algo que Dimitri poderia entender perfeitamente como "receio". A mulher parou e balançou a cabeça positivamente, puxando a porta para que Dimitri passase à sua frente e logo em seguida comentou.
-Ficarei aqui senhor...


Black Rosses, segundo"piso"


Existiam no local, aproximadamente vinte pessoas. Homens em sua maioria, como sempre acontecia. Mas para a grande surpresa de Dimitri, todos estavam de pé, olhando para o centro do salão onde uma mulher dançava em um ritmo sensual, acompanhando a trilha sonora (nada habitual para o local). Os mortais que tinham a infelicidade de estarem ali, se comportavam de maneiras bestiais. Orgias aconteciam nos sofás, orgias que envolviam até alguns cainitas que estavam no local. Era como se, os mais resistentes estivessem de pé, enquanto os inexperientes e frágeis, estivessem sob a influência de uma onda animalesca de instintos descontrolados.
A mulher que dançava ao centro, mantinha um sorriso debochado na face. Seus braços, hora estavam acima de sua própria cabeças, hora suas mãos deslizavam pelos seus cabelos, enquanto segundos depois, em uma velocidade sobrenatural, ela alisava a própria pele de uma forma que provocava ainda mais a multidão que a assista. Além de tudo isso, a ironica tatuagem de um anjo que ela possuia... Era uma cainita totalmente desconhecida por Dimitri, certamente uma estrangeira. Ela chegou a olhar por alguns instantes diretamente para Dimitri, sorrindo e parando a dança por breves segundos para convida-lo à pista, convite esse feito com um simples "chamado de dedo". Mas logo em seguida, a mulher aparecia dançando nas próximidades dos orgias, passando as mãos pelos corpos nús dos mortais que eram literalmente devorados por carniçais e cainitas descontrolados. Era a primiera vez que Dmitri via sua propriedade imersa em um caos tão surreal e intenso.


~A sensual e macabra dançarina ~

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Miac em Sab 27 Abr 2013 - 18:20

Dimitri olhou para sua secretaria com um sorriso no rosto e entendeu completamente o receio da mortal, este apenas continuou caminhando enquanto a porta era aberta por ela para que ele passasse, sua voz calma e com uma expressão de poucos amigos ao entrar no local.
- Compreensível querida, muito experta!
O Ravnos entrou no grande salão e se deparou com aquela cena bizarra, sua expressão era de dar medo naquele momento, viu todos aqueles mortais se deitando nós sofás que ele havia comprado a pouco e cometendo atos sexuais sem o menor pudor, ao ver os cainitas mais jovens ali se alimentando e participando daquilo desejou que Fenrir matasse todos, ao ver a mulher lhe chamar daquela forma sensual e promiscua o mesmo sorriu e começou a andar calmamente batendo palmas com um sorriso sarcástico no rosto, quando estava chegando próximo a mulher este olhou para onde ficava o DJ da casa e fez um sinal como se estivesse cortando o próprio pescoço para que o mesmo abaixasse a música ou a parasse, ele parou a cerca de um metro e meio da mulher, seus braços se cruzaram, sua fala estava calma, um tom em francês foi utilizado.
- Eu quase fiquei sem palavras para descrever sua beleza e ousadia, vejo que é nova em meu humilde estabelecimento, sou Dimitri o dono do local e pelo tremendo Show creio que deseja falar comigo ou apenas expressar que está no local, estou certo?

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Danto em Seg 29 Abr 2013 - 16:07

O som parou, não por causa do motivmento realizado por Dimitri. Já que o próprio DJ não parecia ter conseguido se livrar daquela aura profana que a tal mulher enamava sobre os mortais e cainitas mais jovens, a própria olhou na direção de Dimitri e sorriu ao vê-lo aplaudir a cena. Ela passou graciosamente as mãos pelos cabelos e desenhou um sorriso malicioso na face, caminhando na direção do dono do local. A grande ironia, era a tatuagem que a mesma exibia sem nenhum pudor, um anjo, que lhe subia pela parte inferior da barriga.
-Sinta-se à vontade para me chamar de Victória, é um enorme prazer conhece-lo senhor Dimitri... Conte-me à cerca de suas primeiras impressões sobre essa repaginação de seu clube. A animação está agradável?
As palavras da mulher soavam com uma ironia e sarcasmo arrasadores e incomodos, não haviam dúvidas de que algo de muito macabro rodeava a existencia daquela cainita.

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Miac em Seg 29 Abr 2013 - 16:24

- Victória, um belo nome para um anjo sem asas, vejamos por onde eu poderia começar a descrever está sua ação...
O Ravnos falou de uma forma seca e aparentemente despreocupada, mas por dentro desejava estuprar aquela vadia de todas as formas imagináveis que existiam,ele gesticulou com as mãos e por fim sua mão direita se apoiou no queixo como se estivesse pensando, sua voz era seria e irônica, aquele seria um grande jogo.
- A animação fica por conta do dono do local e seus funcionários, não que os visitantes não possam negociar uma festa a parte, porém, acho de extrema desnecessidade mostrar a todos que você está no comando, como também achei muito único, sim, único a forma que prendeu todos aqui.
Dimitri estendeu a mão para a mulher para que ela a pegasse e lhe acompanhasse para um local mais afastado com algum sofá que não estivesse contaminado por causa daquela orgia desnecessária.
- Vamos até um canto conversar senhorita Victoria, se puder fazer com que todos voltassem ao normal eu conseguiria lhe oferecer um bom vinho, afinal deve ter ficado cansada por dançar daquela forma tão apaixonada.
O cainita agia com uma frieza absurda e aparentava não estar preocupado pela demostração de poder da sua "irmã" de sangue.
“ Maldita prepotente, ainda tem a capacidade de perguntar o que acho disso! O que acha de eu enfiar uma estaca no seu cu e te jogar para o cães?...vamos ver o que ela quer, já me fez perder muito tempo e dinheiro com tudo isso”

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Danto em Qui 2 Maio 2013 - 17:36

-Vinho? Não obrigada... Mas creio que a oferta de sentar-mos para uma conversa, eu não possa negar...
A mulher sorriu novamente com o mesmo ar de deboche e olhou rápidamente para os sofás, colocando a mão esquerda na cintura e permanecendo em silêncio por alguns instantes, até abrir um sorriso sádico no rosto e retrucar.
-Não é exicitante ver tantos desta forma?! Mas imagino que você não tenha ficado tão feliz com a situação, afinal, eles não pagam para fuder por aqui não é mesmo, meu querido?!
Em seguida ela caminha na direção de um dos poucos sofás no local onde não havia nenhum grupo de pervertidos descontrolados, mas, conforme a mesma ia se afastando e manitnha seu olhar distante dos grupos, a euforia dos infelizes começava a baixar, não demoraria muito para que todos eles voltassem à consciência.

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Miac em Qui 2 Maio 2013 - 17:57

- Todos temos escolhas de aceitar ou recusar algo nesta ou na outra vida.
Dimitri apenas conduziu a mulher até um sofá que não estava sendo usado e quando está parou e começou a falar o cainita fez uma cara de pensativo novamente e a acompanha se sentando no sofá e cruzando as pernas de uma forma formal e ao mesmo tempo um pouco largada, sua voz era calma até então.
- Não vejo excitação em admirar humanos se comendo ou fornicando como todos falam por ai FUDER! Dark Roses não é uma casa de Swing a qual se entra pega-se uma mulher pela cintura lhe tira a roupa e a possuí ali mesmo, e assim se serve para as mulheres ou qualquer outro que entre aqui, mas realmente é desafiador para outros saberem que em quase todos os lugares se tem regras e deve ser excitante quebrar algumas.
O Ravnos sorria de uma forma sarcástica no fim da frase, seus olhos ficavam fixos no de Victória a deixando entender que este estava com toda atenção voltada para ela, o braço direito do mesmo se levantou e um gesto circular e curto com a mão foi feito, era um sinal para que o Barman chamasse sua secretaria e esta lhe trouxesse uma taça de "vinho" a mulher era detalhista e saberia escolher algo bom.
- Mas creio que não veio até aqui apenas para demonstrar o quão é sensual e luxuriosa quando deseja, assim tento todos abaixo de suas asas, o que trás a serafim Victória aos aposentos de um amaldiçoado como eu!?
A palavra "eu" no fim da frase foi dita em um tom Romenico forte e determinado.

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Danto em Qui 2 Maio 2013 - 18:07

A mulher acompanhou seus gestos com os olhos e em resposta ao mesmo, ergueu a mão direita e simbolizou com um sinal de negação que "não iria aceitar nada". Sentando-se assim à frente de Dimitri e cruzando as pernas de forma provocativa e sem nenhuma preocupação em esconder algo, colocando a mão esquerda sobre a mesa e sorrindo de forma delicada.
-São apenas rotinas dos seguidores da minha doutrina, humanos não são nada. Mas já que queres tanto acabar com as preliminares e encontrar o extase da questão, não serei eu à impedi-lo, afinal, seria contra minhas crenças... O Sabá quer este lugar. Feliz?

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Miac em Qui 2 Maio 2013 - 20:55

Ele fez um gesto que era para anular o pedido e ficou analisando a mulher, até que suas curvas o faziam desejar algo que a tempos não tinha, mas a frase lhe cortou os pensamentos e esse fez uma cara de espanto e depois voltou ao normal, suas mãos se encontraram em cima da mesa.
- As vezes os homens são egoístas e desejam pular muitas coisas as achando desnecessárias e se tornam egoístas por alguns minutos, agora voltando para sua noticia, isso é uma lastima para não sair xingando tudo ou todos, agora me diga quem lhe informou isso e qual é o seu cargo na poderosa Saba!? Se bem que acho que você não aceitaria receber muitas ordens, só as que lhe convêm como Lilith a qual odiava ficar por baixo do homem e queria apimentar um pouco a relação ela deveria ser do tipo a qual todo "macho" procura mas tem medo de afirmar que não vive sem ela.
Dimitri estava analisando a situação, mas não poderia sair acreditando em tudo que falassem por ai, afinal a palavra mais forte de qualquer criatura racional são suas palavras, mas estás vem cheias de outras intenções, suas palavras eram lançadas como elogios e seus olhos sempre percorrendo o corpo da bela mulher, não que ele estivesse interessado em algo ali, mas lhe fazendo se sentir única naquele momento, afinal ela acabara de informar que sentia prazer naquilo.
" Não acredito que o Sabá queira este local para si, afinal são os maiores compradores de armas da região, segundo se caso for verídico essa informação o que ela ganharia me informando dessa possível emboscada!? e por fim quem de dentro do Sabá informou isso para ela!?...ahhhhhhhhhhh...nossa linhagem é astuta e com o decorrer das décadas vejo que todos se movem de maneira sorrateira e oculta até que veja a luz"

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Danto em Sex 3 Maio 2013 - 20:12

No exato momento em que as palavras de Dimitri se referiram à Lilith, o próprio Ravnos sentiu algo que não sentia des de seus anos como mortal, um cala frio. A expressão da mulher alterou-se por completo, assim como todo o clima do local, que antes estava impregnado por aquela exótica onda de descontrole de instintos e passou à confusão dos infelizes afetados, agora transformava-se em uma atmosfera de medo e pavor. As sombras começavam a rodopiar pelos cantos do segundo andar da Black Roses, como se todas estivessem plenamente vivas e revoltadas. Os vidros começaram a ser estraçalhados pela movimentação nervosa das sombras, a mulher agora olhava para Dimitri com nada além da expressão de ódio, era como olhar diretamente para a besta daquela cainita. Ela colocou as duas mãos sobre a mesa, demonstrando sua enorme força sobrenatural e provocando o som frotíssimo e seco de um impacto que seria capaz de estraçalhar o crânico de qualquer ser humano, de suas costas começavam a bortar pequenos filamentos de escuridão que escorriam pela barriga e braços da mulher, como uma tatuagem que preenchia a pele dela por vontade própria.
-Um sódido e mediocre homem nunca será capaz de compreender as razões por trás das ações da mãe noite. Calasse antes que a sua mediocre existência amaldiçoada encontre um fim, filho de caim.

Off: Teste de Coragem, dificuldade 7. Sem a permissão do gasto de algum ponto de força de vontade. (O padrão de ação que voce podera seguir, será informado via PM, após a rolagemd dos dados)

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Miac em Sex 3 Maio 2013 - 22:17

OFF: Fudeo mano, era um elogio cara! hahahahaa

Coragem: 4d10 dif7

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Rolador de Dados em Sex 3 Maio 2013 - 22:17

O membro 'Miac' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'd10' :

Resultado :
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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Miac em Sab 4 Maio 2013 - 7:38

Dimitri estava de braços cruzados e ao ver todo aquele alvoroço não se moveu, seus olhos encaravam o da mulher, suas mãos apertavam seus bíceps demonstrando receio por aquilo, ele viu mais uma vez sua boate ser depredada e aquilo o estava deixando realmente irritado, ele deixou a mulher falar e jogar suas palavras como desejasse, fitou cada sombra que se movia e as rogou todas as pragas que se pudesse imaginar, sua expressão estava seria e sua voz firme.
- Era isso que eu estava falando, minha referencia foi um elogio a qual o significado era dizer que o homem não vive sem uma mulher, mas talvez eu tenha expressado algo que não queria, eu humildemente peço desculpas por isso, se acalme Victória aquilo realmente foi um elogio de minha parte!
O Ravnos permanecia imóvel olhando a mulher que estava a sua frente, sua cabeça permanecia inclinada um pouco para olhar a mulher que estava mais alta que ele, malditos sejam os anciões e suas filosofias.
" Meretriz carniceira dos infernos, pela segunda vez ousa a destruir aquilo que construí com o tempo ira ver que não me importo com a maldita Lilith ou qualquer outro ser, vai pagar caro e muito caro por todo esse constrangimento que me fez passar, ira ver o quão é sórdido um imortal!"

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Danto em Seg 6 Maio 2013 - 21:02

Victória se colocou de pé, e com um simples movimento de mãos, as sombras voltaram para seus lugares de origem. Era surpreendente a capacidade daquela cainita de controlar uma força tão incompreensível, era como se as sombras fossem uma extensão múscular daquela mulher. Sua expressão aos poucos voltava à provocativa e sedutora Victória que havia se apresentado ainda na pista. E com um sorriso sarcástico na face a mulher respondeu.
-Eu não estou aqui para fazer um simples aviso, é uma exigência. Esta boate será território do Sabá e o Senhor manterá isto em segredo, caso tenha algum apreço pela sua não-vida mizerável! Queres saber quem sou dentro da Espada de Caim?! Eu sou a nova Cardeal de Paris. Compreendes o significado de um Cardeal em um único pais meu caro? Significa que o Sabá irá atacar com todas as forças a região... Ao ponto de torna-lá uma area submissa à espada, assim como Madri possuí o Cardeal Monçada. Paris me terá como Cardeal! E digo-lhe com toda a certeza deste mundo, seu mizerável puto. Este local É do Sabá! Queira você ou não. Agora... Adeus. Nos veremos em breve...
A mulher se vira e começa a caminhar na direção da saida do local, com seu escultural corpo incrivelmente sinuoso e sensual. Uma perfeita definição de: Anjo de assas negras. E já de costas ela comenta em um tom de deboche.
-Infelizmente, você não terá o prazer de enfiar nada no corpo desta Meretriz...ainda mais se tratando de uma estaca..

Off: Última ação antes do final do canto.

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

Mensagem por Miac em Seg 6 Maio 2013 - 22:40

Dimitri seguiu com os olhos todas as sombras a qual a mulher controlava, este ficou apenas analisando todos os movimentos e gestos, sua face estava seria de mais, sua vontade era de matar aquela mulher e lhe beber todo o sangue até a última gota e quem sabe trancar a alma dela com a sua, seria uma piada muito mortal e cruel a qual ele riria por toda a eternidade, sua fala ainda era suave e calma aos padrões para se controlar diante de tudo aquilo.
- Eu sei o que é um Cardeal senhorita Victória, eu acho lindo como utiliza das palavras ao seu favor, sem nenhuma pressão ou qualquer utilização da força para conseguir aquilo que quer, não quero nada desta minha não vida apenas jogo com as cartas que ela me dá, pois bem se o Sabá assim desejar a boate será deles, espada de caim, lança e o restante que precisarem, contanto que eu permaneça para ver o show!
A mão do Ravnos se apoiou em seu rosto analisando a mulher caminhar, cada curva era perfeita, ela daria uma ótima amante de curto prazo, mas ao ouvir as palavras da mesma este arqueou uma de suas sobrancelhas e sorriu como uma criança inocente,de sarcasmo contra sarcasmo ele já viu que ela não aceitava muitas verdades ditas.
- Eu imaginei isso, agora que as coisas estão claras, não esperava menos da Cardeal de Paris, meu pensamento foi primitivo e instintivo pelo ocorrido na pista, mas se sinta a vontade para vir a minha boate quando desejar, só deixe os menos favorecidos de força de vontade e as vidraças sem danos por gentileza, quer que eu lhe acompanhe até a saída!?
" Querendo ou não você realmente é perigosa senhorita Victória, isso é um elogio caso esteja lendo minha mente ainda, acabei de me lembrar que virei um cainita por causa de uma mulher..."
Dimitri se levantou calmamente e foi caminhando passando por Victória e lhe abrindo a porta para que a mesma passasse e lhe acompanhasse até a saída do local, estava limpando todas as informações que tinha em mente e tentava insinuar que realmente era educado.

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Re: Ato I - Dimitri D. Heron

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