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─ Capítulo I, Ato I, II e III ~ A Ciências Move o Mundo. ─

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─ Capítulo I, Ato I, II e III ~ A Ciências Move o Mundo. ─

Mensagem por Fractius em Qua 24 Abr 2013 - 0:05



† Londres ~ City ~ Trafalgar Square †
~ 10 de Janeiro de 2005, Segunda-Feira: 08h18min A.M.
~ Adam Wright: Capítulo I, Ato I: Segredos Através da Fome.

~

A praça tem em seu centro uma coluna encimada pela Coluna de Nelson, em homenagem ao Almirante Nelson, que liderou a Royal Navy na costa de Cádis, Espanha. Este é um dos lugares prediletos de Adam e seus dois companheiros inseparáveis, Carl e Andrei. O jovem podia sentir em sua pele os leves raios ultra-violetas tocando sua pele. O som das buzinas, vozes e choro de crianças era o cotidiano de toda manhã. Era segunda-feira, onde tudo se inicia na grande e majestosa Londres. Deitado sob um dos bancos da praça, sempre em lugares estratégicos, pois Trafalgar Square é uma praça bem cuidada e sempre aparece um guarda ou a polícia local para remover o mendigo do ambiente. Mas é um local bem movimentado por sinal a qual as vezes o rapaz consegue arrumar algumas esmolas com os pedestres locais. Ele sabe que as leis locais proíbem mendigos nesta região ou em qualquer lugar. Sempre são carregados e levados para abrigos. Mas Adam sabe que se for colocado em um lugar destes perderia sua 'liberdade' e principalmente seus dois companheiros que seria jogados em um canil qualquer.

A vida não é simples para ninguém. Como diz o ditado: "A vida é uma caixinha de surpresas... só que para Adam estas surpresas foram apenas desgraças em sua vida. Completamente um mestre em química... com talentos incríveis. Pena que se envolveu com pessoas erradas em Londres, achando que teria sucessos... Acabou sofrendo ao contrário. Apenas desgraças atrás de outras. Mas sente um remorso enorme em relação a isso e como diz mais um ditado popular entre muitos mendigos que sofreram injustiça como Adam: "Minha satisfação é saber que a vingança não é um prato que se come frio, prefiro um misto quente, apenas queijo e presunto.". És um homem com uma grande inteligência e talentos... Pena que tudo isso esta sendo desperdiçado. Seus sonhos sempre lhe trás boas e más lembranças, mas algo dentro de si que fazendo o bem... Sua vida poderá mudar. Será ?

Podia sentir seus olhos arderem pela claridade do sol, o banco duro fazia seu corpo franzino se estalar por completo. Um buraco estava dentro de seu estômago, a fome estava abatendo até seus sentidos e o frio que trás a cidade não ajuda em nada o jovem britânico. Sabe que há uma quadra dali poderia contar sempre com o seu café da manhã na padaria da Srª Rosemary. E em frente à padaria na banca de jornal do Português Antônio que vive em Londres a anos e sempre libera para o jovem alguns jornais antigos para que o mesmo possa usa-los da forma que desejar. As vezes pela boa vontade do português. Ele deixa o mendigo pegar o jornal do dia. Adam sentia a leve brisa gélida passando pelo seu corpo, mesmo com esse dia bem claro, mas o sol de Londres nem se quer compara-se ao da América. Lá estava ele sentado ao banco, por sorte não foi expulso ainda por alguma patrulha local. Seus dois companheiros acordam completamente juntos ao seu dono e Andrei dar um latido da matina. E isso significa apenas um coisa... Comida!

~

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Re: ─ Capítulo I, Ato I, II e III ~ A Ciências Move o Mundo. ─

Mensagem por Stian em Qua 24 Abr 2013 - 17:36

Adam espreguiçou-se no gelado banco da praça, olhou para os lados vagarosamente e atento a procura de algum policial ou alguém que pudesse encontrá-lo naquela manhã, além da misera vida que tinha, ser incomodado quando recém tivesse acordado, seria extremamente irritante.

Ele fez questão de estalar todas as juntas suficientes para que se pusesse de pé, sua barriga doía, a fome batia-lhe a porta e provavelmente seus dois companheiros depois. Ele então pegou sua mochila, irônicamente um saco plástico de lixo, e seguiu em direção a padaria da Srª Rosemary, naquele horário sempre havia frios de um dia antes e também o pão "adormecido" que quase ninguém comprava. Após isso, passaria na banca de jornais, para dar bom dia a seu amigo, aquela era a rotina de Adam, desde que havia adentrado aquele mundo estranho das ruas, há quase um ano.

- Bem pessoal, vamos lá então. Acho que todos estão com fome, não?
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Re: ─ Capítulo I, Ato I, II e III ~ A Ciências Move o Mundo. ─

Mensagem por Fractius em Qua 24 Abr 2013 - 19:31


─ Trafalgar Square. ─

~

Estava de pé podia sentir todos os seus ossos se estalarem. Era um alívio total, nenhuma patrulha em seu alcance. Adam podia notar as pessoas atravessando a praça de todos os lados. Casais, executivos, pais com seus filhos e até turistas tirando fotos da Trafalgar Square, pois é um local bem bonito de Londres. Sua 'mochila' improvisada estava totalmente no mesmo local com seus livros e utensílios bizarros que achou pelo caminho de sua maldita vida.

Seus dois companheiros bocejavam juntos e se sacudiam assim despertando do sono noturno que foi bem legal para ambos, fora o frio que sempre sentem nas noitadas dessa majestosa cidade. Puxou seu saco de lixo que cada vez ficava mais pesado pelas bugigangas a qual carregava consigo. Então começou a caminhada diurna em Londres. Seu primeiro ato seria a padaria da srª Rosemary querida por muitos na região, pois seus pães são um dos melhores do bairro. Junto com seus companheiros, mesmo sendo mansos, as pessoas se afastam do jovem, pois bem ou mal Carl é da raça pastor alemão ─ mesmo magrinho ainda assusta qualquer um. Pessoas sempre olhando para o jovem com mal-olhado. Podia sentir em seu coração esta sensação de ser excluído de todas as sociedades, isso lhe enoja. Eles eram lives nunca precisaram de coleiras, pois não são ruins, Adam sabe muito bem disso.

Depois de minutos caminhando estava de frente para a padaria. Como sempre em movimento. E com sua presença as pessoas já notam e mais uma vez o famoso mal-olhado em sua direção. Alguns se afastam pra comer mais a dentro do lugar. Não que o jovem não esteja 100% cheiroso, mesmo assim o cheiro incômoda um pouco e logo à esta hora da manhã. Não se importava, sua barriga no momento falava mais alto. Então ao final da padaria no caixa, notou srª Rosemary atendendo alguns de seus clientes. Ela ainda não o notou, isso era de fato. Só que antes de qualquer coisa que pudesse fazer ouve uma voz vindo de trás: ─ Adam meu garoto. Bom dia, como vai rapaz ? - A voz era um francês com sotaque de português de srº Antônio o jornaleiro. Reconheceu a voz no ato. Quando se vira o homem estava de bom humor isso já seria bom. Ele estava rindo e aguardava uma resposta ou não do rapaz. Seus cães latem em respostas, algumas pessoas desviam para longe e não passam pela calçada. Totalmente discriminado.

Nunca aconteceu isso, mas estava passando um pouco de mal, dor de cabeça e tontura, talvez fosse o feijão vencido da noite passada ou é a fome mesmo, sentia suas pernas um pouco bambas, não seria suficiente para cair, pois se segurou no pilar da entrada da padaria. Foi rápido, aos pouco melhora, mas a tontura, a dor de cabeça e o ronco na barriga continuava martelando em seu corpo franzino.

~

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Re: ─ Capítulo I, Ato I, II e III ~ A Ciências Move o Mundo. ─

Mensagem por Stian em Qui 25 Abr 2013 - 20:57

- Sr. Antônio, bom dia, é sempre um praz...Mas o que...?

Adam segurou-se no pilar, já não bastava sua presença repudiada entre as pessoas da suposta "sociedade", se ele desmaiasse ou vomitasse ali, seria ainda pior, pois poderiam pensar que ele estava com alguma doença transmissível e talvez até mesmo linxado ele seria.

- ...zer revê-lo. Antes de falar com a Srª Rosemary, melhor eu tomar um pouco de ar...


Ele caminhou a passos lentos para fora, talvez fosse fome, ou talvez estivesse realmente doente, naquela situação em que vivia, as frias noites poderiam adoecer qualquer um. Na rua, colocou a mão sobre a testa e maçãs do rosto para verificar se estava com febre, aproximou-se de algum veículo para olhar-se no reflexo dos vidros e ver se havia alguma coisa diferente consigo mesmo.
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Re: ─ Capítulo I, Ato I, II e III ~ A Ciências Move o Mundo. ─

Mensagem por Fractius em Seg 29 Abr 2013 - 8:19

~

A padaria era bem movimentada a proprietária realmente ganhava muito bem neste estabelecimento. Quando tocou sua pele, aparentemente você estava gélido e não quente. Soava frio... uma sensação muito estranha. Seus dois companheiros podiam sentir que seu dono não estava bem. Começaram a 'chorar' e se esfregarem em você por preocupação. Seu estômago doía demais de fome. E ao mesmo tempo sentia náuseas. O jornaleiro nota quando o mendigo quase caiu no chão e o mesmo sai da banca e vai em sua direção sem lhe tocar pergunta: ─ Parece passar mal, vou lhe trazer algo. Esta anêmico... Coitado não come a bastante tempo... - Sua visão começou a ficar turva, sua audição começa a sumir. Podia ao máximo ouvir os latidos, mesclado com desespero de pessoas e um derrapar de carro. Tudo estava confuso, até que perdeste sua consciência e desmaia.

Algo lhe faz despertar de novo. Sua visão um pouco turva, mas o cheiro era maravilhoso. Quando se dar conta, parece estar dentro de um quarto. Deitado sob uma cama de solteiro, lençol branco e um travesseiro da mesma cor. As paredes, teto e o piso totalmente de madeira, bem escura. A sua direita uma porta de madeira arqueada. O cheiro doce vinha de fora. Sua barriga ainda ronca, mas onde estaria ? Será que foi levado para um abrigo como temia ? Suas coisas, seus companheiros ? Ser pobre realmente é uma dureza. Nota que seu braço direito, bem na veia esta com um esparadrapo e sentia uma leve dormência no mesmo. Antes mesmo de pensar melhor nota a porta se abrindo. Entra um homem estranho. Ele é negro, cabelo escuro e comprido e trançados. Ele esta descalço, sem camisa e usando uma calça branca e carregando uma bandeja com um sorriso largo e dentes bem brancos ele dizia: ─ Boa noite... Em fim acordaste novato. Pude ouvir o ronco de seu estômago vindo do outro lado da cozinha... parece que foi abatido pela fome, não novato ? - Ele sorri e se aproxima colocando a bandeja sob a cabeceira ao seu lado e completa olhando para Adam: ─ Come... vai melhorar e fique o quanto desejar. Pois seria melhor você voltar, antes que seja tarde garotão. Aos pouco combata sua fome. Você e eu vamos nos divertir e muito ainda. Qualquer coisa estou na sala. Sem pressa... apenas coma. - Ele espera para ver se Adam iria dizer algo antes de partir. Ele bem próximo nota agora o corpo do homem é bem magro, quase que chupado, poderia ver os ossos se fosse possível. Boa parte do corpo é tatuado com simbolos tribais e estranhos.

Spoiler:
─ Desconhecido. ─

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Re: ─ Capítulo I, Ato I, II e III ~ A Ciências Move o Mundo. ─

Mensagem por Stian em Seg 29 Abr 2013 - 17:32

Após o breve (ou não) desmaio, Adam assusta-se com o lugar onde está, nunca havia estado lá e a preocupação por suas coisas e seus dois melhores amigos lhe afronta, teria que sair dali o mais rápido possível e encontrar seus "entes" queridos antes que a carrocinha o fizesse.

Mas ao deparar-se com o estranho sujeito, ele sente-se desconfortável, o cheiro da comida realmente lhe realça os sentidos de maneira que atacaria a bandeija de qualquer maneira, mas não correria o risco de arriscar ser envenenado ou coisas piores, pois sabia que havia movimentos contra os moradores de rua, e sempre eram violentos. Perguntava-se o por quê do homem ser tão magro, se a comida parecia tão abundamente para o mesmo, e o que ele queria dizer com "vamos nos divertir muito?", isso foi entendido como um meio homossexual pelo jovem Adam, então seu coração impulso o fez perguntar aquilo que sua garganta e pensamentos desejava:

- Amigo, não sei quem é você e nem o que fez comigo, apesar da imensa fome que sinto, não posso comer isso, pois não entendo de onde vem e o porquê deste tratamento. Além do mais, onde estão minhas coisas e meus amigos? O que fizeram com eles? E quem diabos é você?
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Re: ─ Capítulo I, Ato I, II e III ~ A Ciências Move o Mundo. ─

Mensagem por Fractius em Qui 2 Maio 2013 - 16:25

~

Realmente era algo totalmente complicado para uma cabeça mesmo de um Q.I surpreendente. Mesmo negando a comida, o cheiro era maravilhoso e seu corpo anseia por aquela comida. O homem franzino apenas lhe observa enquanto ouvia de suas fracas palavras. Então sua barriga dar mas um ronco e ele pôde ser ouvido por fora e ecoou em todo o quarto fazendo-o 'tremer' conforme a ronquidão. E ele abre um sorriso amarelado e responde o jovem olhando diretamente o mesmo: ─ Nossa que fome em... E não se preocupe. Sua coisas estão a salvas, como seus amigos. Mas eles não estarão se o dono morrer... de fome. Se eu fosse você... - Ele aponta para a bandeja e termina: ─ Comeria antes que seja tarde pra você, seus amigos e inclusive a mim. Você não me conhece, mas eu o conheço. Sempre estive com você, porque nós dois somos os mesmos. Só que em planos diferenciados. Aos pouco você esta se situando ao seu mundo e ao meu. Por ser sua primeira vez aqui... Deva estar confuso. Você só estava adormecido, aos pouco acordará de vez para realidade. - Você acha que este homem é totalmente maluco ou isso não passa de apenas um sonho e se for é um dos mais angustiados de todos. Pois esta sentido-se como se estivesse nele presenciando de verdade.

O negro fica aos pés da cama de pé lhe olhando com uma expressão séria e mais uma vez aponta para a bandeja de comida. E volta a falar: ─ Você não esta ficando louco antes que pense, mas se não se alimentar talvez possa ficar. Olhe e veja. - Quanto então percebe ao redor da comida várias bolinhas feitas de luzes translúcidas. O que era aquilo, quando então nota não era só na bandeja e sim no quarto todo. E o homem arqueia ambas as mãos com a palma virada pra cima e olhando para os flocos de energia translúcida e dizia ao ar: ─ Esta vendo não ? Isso é a quintessência... a energia cósmica de nós dois. Interessante não ? Não se assuste, você realmente esta causando isso. Sua fome esta fazendo o meu despertar junto a ti. Então para se sentir melhor e entender as coisas de vagar... Coma ! - Que luzes são essas ? Como se a cada toque dela em sua pele era um sentimento de dor, era algo sem compreensão. Só poderia ser um sonho... ou o assunto da fome e deste homem seria verídico ?


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Re: ─ Capítulo I, Ato I, II e III ~ A Ciências Move o Mundo. ─

Mensagem por Stian em Qua 8 Maio 2013 - 17:57

Sem poder fazer nada contra sua própria vontade, Adam investiu contra a comida, agarrou-a firmemente entre as mãos e a enfiou na boca, mal mastigou e já estava pegando mais comida. Porém, seus olhos, pairavam no estranho homem que lhe falava, ele talvez fosse maluco, falando de despertar e juntos? Que história era essa?

Enquanto comia, tentou fazer algumas perguntas, um tanto enroladas devido aos montes de comida que estavam em sua boca:

- Co-como a-a-assim...despertar? Junto...de ti? Energia cósmica? Tipo...do...Quarteto Fantástico?


A expressão de satisfação beirava em sua face, assim como a de dúvida e curiosidade.
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Re: ─ Capítulo I, Ato I, II e III ~ A Ciências Move o Mundo. ─

Mensagem por Fractius em Qui 9 Maio 2013 - 14:24

~

Era algo impressionante para o jovem. Cada alimento ingerido era uma sensação boa em seu organismo, o sabor era perfeito e isso lhe deixava bem por fora e por dentro. Era uma felicidade em seu rosto que não tinha controle, estava corado de emoção. E comia como se fosse a última comida que existisse no mundo e ele lhe ouve e desenha um sorriso. E ouvia a voz do homem:

─ Isso... Coma. Assim ficaremos bem e logo a hora do seu despertar vai chegar. O mundo esta corrompido pelo mal e nós somos um dos escolhidos. Eu serei o seu guia pelo seu caminho astral e o caminho magico. Você deva estar achando isso tudo uma loucura... eu entendo. Muitos ao despertarem se decaíram através da loucura, creio que você não iria cair, ou melhor... eu não permitirei. Pois... eu sou o seu avatar.

As palavras soaram muito estranha, ouvia tudo mesmo não olhando para o homem que estava em suas proximidades. Os brilhos de luzes brancas aos pouco começam a desaparecer. Então para o seu espanto, sua barriga estava satisfeita e se sentia muitíssimo bem. Quando então passou seus olhos ao homem nota que o corpo dele estava um atlético normal, até o rosto dele ficou mais 'bonito' não estava mais aquela coisa magra de famintos da áfrica. Como isso seria possível ?

─ Logo você voltará para o seu plano astral e irá poder ver seus dois amigos e suas coisas. Lembre-se, você é um homem de sucesso, inteligente. Juntos a sua vida vai mudar... O passado lhe condenou, talvez graças a este mal que lhe ocorreu, foi o sinal de você adormecido, despertar para um mundo a qual poucos tem conhecimento. A trama é bem complicada, mas na hora certa você vai entender...

Podia sentir sua respiração perfeita, seu corpo estava ótimo de novo, não sentia dores e nem nada. Como se estivesse cem porcento inteiro, era algo surreal para o mendigo de Londres. Mesmo ouvindo as palavras do homem, isso só poderia ser um sonho, nada daquilo seria possível ? Ou poderia ser real ?

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