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Canto I - Thomas Chevallier

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Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Danto em Sab 20 Abr 2013 - 23:04



Paris, 12 de Março de 2012. Opéra, nono arrondissement. Hotel Citadines Prestige.


Um hotel de quatro estrelas no centro do novo distrito (arrondissement) de Paris, um luxo que custava em média, 260 Euros por dia para qualquer mortal que se esforçasse o suficiente para conseguir reservar um quarto no local. Reservas essas que não ultrapassavam, em hipótese alguma, três dias. Tudo isso por causa do preciosismo que estava presente no interior daquelas paredes. Apesar de ser um 4 estrelas, o hotel ficava à três minutos, em caminhava leve, da grande Opera Palais Garnier, uma exuberante construção. Nos arredores do hotel em que o recém chegado cainita da família Ventrue havia se instalado, havia uma preocupação com "o verde". Arvores repaginavam completamente o cenário de uma grande cidade cinza, como seria esperado de qualquer outra grande capital mundial. Era isso que fazia do Citadines Prestige um hotel tão cobiçado, seus arredores. Entretanto, era de se esperar que a influência do clã Ventrue sobre o setor imobiliário local, resultasse em uma reconfiguração do andar em que o notório estrangeiro estava hospedado. Para ele foi reservado o sexto andar inteiro. Resultando em um ambiente único.


Imagem ilustrativa

Entretanto, Thomas tinha algumas prioridades no local. Prioridades que de alguma forma o colocavam em um certo desconforto... Ele nunca tinha sido colocado em uma linha de frente de embate tão direto com o inimigo. Não da forma que estaria prestes a presenciar. Relocado de sua cidade natal para uma nação estrangeira. Ele estava agora no velho continente. Não que antes não esteve, muito pelo contrário, sua origem era britânica. O único grande temor era realmente a incapacidade que Thomas teria de precisar exatamente o quão antigos poderiam ser os cainitas com os quais ele estaria para lidar. A apresentação ao Príncipe ocorrerá na noite seguinte, pois nesta em específico, era a noite reservada para o encontro de Thomas com os representantes Ventrue locais. O que o fez despertar não foi seu habitual "acordar" que sempre era estranho e ainda um grande mistério, que pouco significava, o importante sempre foi acordar e não entender a razão para tal... Isso era um assunto para os loucos dos Malkavianos filosofarem à respeito. O fator principal que fez Thomas despertar foi o som do telefone. A porta de seu quarto estava entre aberta, sua belíssima carniçal adentrava o quarto com o telefone sem fio em mãos. A jovem vestia-se de uma forma sempre muito bem pensada e arquitetada, seguindo tendencias modernas e sempre sensuais da moda atual. Uma camisa que possuía apenas um corte de fechamento no ombro esquerdo, mantendo assim um decote generoso e expondo completamente o ombro direito da jovem. Uma calça em tons mais fechados e intercalados com pequenas linhas de dourado, salto alto e maquiagem básica. Ela sorria e se aproximava para entregar o telefone.
-Disseram-me que era de suma importância, meu Senhor...desculpe se lhe acordei...
Disse a jovem em inglês.


Última edição por Danto em Dom 19 Maio 2013 - 15:05, editado 1 vez(es)

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Fractius em Dom 21 Abr 2013 - 0:16

A vida realmente não é fácil para muitos, inclusive para Thomas que completamente nasceu em um berço de ouro e abençoado pelos Deuses. Sua vida e ao mesmo tempo a não-vida foi marcada profundamente com sucessos e fracassos. Tudo de uma forma maquiavélica e bem controlada pelos mais poderosos. Por anos, sem saber dos amaldiçoados, sentiu-se como se fosse apenas uma marionete neste jogo de poder. Agora que és um cainita, não deseja ser apenas um brinquedo para os anciões. Irá demonstrar suas habilidades e valor, assim sobre-saindo entre os melhores da imortalidade. Para muitos a imortalidade é uma maldição, mas para Thomas... É apenas uma segunda chance para reconquistar seu tempo perdido que teve em vida. Então recebeste uma missão importante dos bastidores do seu Clã, mas no fundo em nome da Camarilla, a seita a qual o jovem Neófito pertence. Esta indo para uma terra totalmente diferente do que viveste na Inglaterra, Londres. Em sua mente totalmente distorcida por causa de seu passado e do ódio que carrega pela traição de seu senhor, as drogas... Tudo isso foi apenas uma passagem para sua nova não-vida que recebeste. Thomas pode contemplar toda a jornada e caminho nas noites turvas até chegar em seu destino que é na França. Aprendeu a aprimorar melhor o idioma local até chegar em Paris, seu local de destino. Graças a bela Natasha, sua leal carniçal, sua viagem não foi tão solitária. Em algumas noites teve o 'prazer' em conforta-la em sua cama, dentro de seu quarto a qual nas partes diurnas ninguém poderia se aproximar.

Não se assustou, apenas abira seus olhos claros. Estava apenas usando um samba-canção de cor verde musgo, parecia combinar com as cores desta cidade. Seus olhos foram ao encontro de sua lacaia e como sempre um sorriso maravilhoso era desenhando em seu rosto. Já sentada em sua cama apenas esticava as mãos para receber o telefone e dizia em inglês para sua criada: ─ Boa noite e muito obrigado. Você não me incomoda, pelo contrário. É sempre um prazer em vê-la disposta assim e tomando conta de mim. - Então colocaste o aparelho no ouvido e em inglês dizia: ─ Boa noite. Thomas na linha. Quem seria ? - Sempre tentava impor a sua etiqueta, mesmo nos momentos menos necessário. Falava ao telefone e se levanta de vagar em direção da janela destrancando-a se a mesma estivesse fechada. Era confortante as vezes observar o céu rubro como as trevas, isso lhe fazia ainda ter 'vida' gostava de admirar as coisas bonitas da vida, pois a única coisa morta, seria ele mesmo. Sabe que amanhã terá um encontro para se apresentar ao Príncipe de Paris. Mas hoje a noite seria com os membros parisienses de seu clã, será uma honra ou não em conhecê-los.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Danto em Seg 22 Abr 2013 - 14:10

A belíssima e sensual carniçal apenas sorriu ao escutar as palavras de Thomas, já do outro lado da linha, se fez ouvir uma voz feminina que inicialmente respondeu em inglês com um sotaque fortíssimo tipicamente francês:
-Boa noite senhor Chevallier, desculpe-me mas meu inglês não é bom, sendo assim...falarei em francês.
Ela fez uma pausa e logo em seguida voltou a se pronunciar na língua local:
-Desculpe-me pela minha falha em vossa língua materna, entretanto, venho por meio deste telefona e em nome de Catherine-Thérèse d' Matignon, primógena local, confirmar a tua disponibilidade para o encontro que deverá ocorrer ainda esta noite e perguntar-lhe se seria possível a utilização de seus próprios domínios para o encontro.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Fractius em Ter 23 Abr 2013 - 21:19

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Sua expressão facial estava em um tom de seriedade ao receber o telefone ao seu ouvido. Sentia o péssimo inglês da bela voz que vinha do outro lado da linha. Thomas deixa um sorriso leve sobre-sair de seu belo rosto. Então com sua bela voz que parecia a voz dos anjos celestiais do éden. Respondia a mulher em francês: ─ Não se preocupe minha querida. Pode falar em francês. Além disso... Seu inglês é nada mal. Digo isso com toda a minha sinceridade. - Óbvio que Thomas estava elogiando a mulher que talvez quem sabe futuramente poderia ser útil em seus planos. Mesmo sem saber quem seria a mulher. Ouvia as palavras em francês da mulher sobre a primógena da cidade. Outro sorriso sobre-saía de seu rosto e então respondia com total etiqueta: ─ Não precise desculpar-se senhorita. Claro. Fique à vontade em relação ao encontro ser aqui. Será uma honra para minha pessoa. E por sinal... Poderia saber o nome da dona desta bela voz ? - Era o seu jeito 'galanteador'de sempre, além que era o seu modo de conseguir as pessoas estar aos seus 'pés'. E esperava sorrindo e olhando o luar de Paris encostado na beira da janela.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Danto em Qua 24 Abr 2013 - 20:54

-Meu nome é Rachel, Senhor Chevallier. Sou a secretária da ilustre primógena Catherine-Thérèse de Matignon. E garanto que a senhora Catherine ficará grata por seu exímio espírito receptivo, a reunião não deverá ser longa e todos os principais membros da família Ventrue estarão presentes. Sinta-se também a vontade para deixar este número como contato seguro e linha direta para entrar em contato com a Primógena. Grata pelo seu tempo, e perdoe-me pelo meu inglês meu Senhor. Garanto que os demais membros saberão tua lingua materna. Os convidados esterão chegando por volta das 19 horas. Ou seja, em uma hora no máximo. Adeus.
Disse a mulher do outro lado da linha, permitindo é claro alguns segundos caso Thomas tivesse algo para lhe dizer.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Fractius em Qua 24 Abr 2013 - 21:38

~

Ouvia calmamente a mulher do outro lado da linha, momento algum interrompia ela, esperou ela falar até o final. Então desenhou um maravilhoso sorriso ao rosto e responde a secretária cm sua voz totalmente charmosa: ─ Senhorita Rachel é uma honra em conhecê-la... Nada, eu que fico grato em que a reunião seja aqui. Fico muito feliz com isso. Sem problema logo passarei para a minha secretária e ela irá passar o número desta linha. Não precise pedir perdão. Fico muito grato e você também se cuida e tenha uma ótima noite. Não desligue, vou passar para minha secretária. - Aguardava antes se Rachel iria dizer mais algo ou não. De vagar retirava o telefone do ouvido e tampava com a outra mão a parte em que fala para Rachel não ouvir e dizia para Natasha: ─ Minha querida tome o telefone. Passe para ela o número daqui e pegue os contatos principais para mim. Em uma hora teremos uma reunião. Se possível, deixe a sala o mais organizado possível, pois virão alguns magnatas da França hoje aqui se me entende... Fico grato minha querida, você é demais. Sem você não sei o que seria de mim. - Desenhava seu sorriso charmoso para sua carniçal e entregava o telefone para ela e aguardava as respostas alheias.

Então fechava de vagar a janela e seguia para o banheiro. Tomaria uma ducha tranquila. Após saindo com um roupão de banho ia até o armário e pegava o seu terno de marca britânica uma das melhores marcas de cor negra. Para combinar separa o blusão social de cor de sangue, um vinho bem escuro e uma gravata azul marinho. Meias brancas e curtas junto ao sapato negro de marca inglesa também. Se vestiria com calma e glamour, após pentearia seu cabelo para ficar totalmente imponente para a noite. Após se arrumar por completo colocou seu rolex de ouro no pulso esquerdo, uma pulseira de prata ao lado direito, usou um perfume de marca francesa de melhor qualidade. Pegou sua carteira com documentos 'falsos' é claro para se passar por mortal, alguma quantia em Franco, talões de cheque e seus cartões, tudo padronizado em seus bolsos estratégicos em seu terno. Usou um de seus truques com o sangue, assim dando-lhe vida novamente, ficando mais corado e quente. Fintando respiração e seu coração bater novamente. O sangue cainita é ótimo para simular tais momentos. Após isso sai do quarto indo ao encontro de Natasha e aguardar seus convidados na sala do seu refúgio temporário.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Danto em Qui 25 Abr 2013 - 20:47




-Sim Senhor, aproveite seu banho. Irei aprontar a recepção para os magnatas, à altura dos mesmos. Fique tranquilo em relação à isso, agora, com sua licença.
Foram as últimas palavras ditas pela carniçal, que prontamente retirou-se do quarto. Alguns longos minutos se passaram, Thomas finalmente estava pronto e quase que no exato momento em que o jovem pródigo da família Ventrue tocou a maçaneta de seu quarto, o som da campainha se fez ouvir. E ainda com os dedos atrelados à maçaneta, esta esculpida em mogno escuro, os olhos de Thomas foram inundados pela imagem de uma linda mulher loira, de vestido marrom escuro e com um grande decote em "v". A jovem mortal e “serva” de Thomas, prontamente anunciou a visita:
-Catherine-Thérèse de Matignon, Primógena Venture.
A loira desenhou um simplório sorriso, demonstrando uma singela simpatia, enquanto caminhava calmamente pelo hall de entrada, aproximando-se de Thomas e se pronunciando, sua voz era suave e incomparavelmente bela. Entretanto, o caminhar da mesma encontrou seu fim nas proximidades da lareira artificial, permanecendo de pé e ainda sobre o assoalho de madeira.
-É com prazer que a família Ventrue local lhe dá boas vindas à Paris.

Spoiler:
Catherine-Thérèse de Matignon, Primógena Venture

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Fractius em Sex 26 Abr 2013 - 0:19

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Podia ouvir a campainha. Parou por instantes antes de abrir a porta, após alguns segundos abriu e já ao longe observa a magnitude de tanta beleza e postura social possuía esta mulher. Thomas rapidamente pensa: "Uma mulher do meu clã no poder de Paris isto realmente é interessante. Ela é linda, parece uma mortal ao longe." - Começou a caminhar de vagar em direção da mesma. Ouvia sua apresentação como Primógena do clã Ventrue. Já bem próximo o neófito desenha um sorriso elegante em resposta e responde após receber as boas vindas: ─ Fico lisonjeado com tanta magnitude. E de qualquer forma muito obrigado. É uma honra conhecê-la pessoalmente. - Em seu jeito excêntrico estende sua mão direita com a palma virada pra cima esperando que a mesma despeje aquela mão doce e leve para depositar um suave e seco beijo. Claro que seus olhos claros no momento do beijo estariam olhando direto aos olhos da Primógena. E sua mão esquerda estaria em sua costa. Após o beijo, deslizaria seus olhos diretamente no decote da senhorita Matignon. E fazia de propósito para que ela percebesse, mas em questão de segundos e retiraria os olhos. Ninguém mandou vir com um decote desses. É claro que ela deseje os olhos nele. Sempre com seu sorriso elegante ao rosto e pensa rapidamente: "Tenho que manter a etiqueta... Mas não pude evitar em olha-los... Sinto falta das meretrizes dos meus bordéis em Londres... É, terei que me desacostumar ou não." - Finalizava o seu pensamento e logo se sentava em uma das poltronas e apontava para uma outra a sua frente dizendo: ─ Perdoe-me pelo francês mal praticado minha querida. Sente-se por favor. Sinta-se em casa. Gostaria de beber algo ? - Seu Francês não era o melhor de todos, mas com o sotaque britânico aos pouco dava certo. Esperava a resposta e preocupado se seria apenas ela que viria... Seria indelicado perguntar, melhor esperar ela entrar no assunto.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Danto em Sab 27 Abr 2013 - 16:33

Catherine apenas sorriu de forma polida enquanto reagia perfeitamente à todos os cumprimentos que Thomas realizava. Mas algo surpreendeu o neófito, a ausência de reação quando os seus olhos se depararam no decote do vestido dela, não houve um olhar de repreensão ou repulsa, assim como não ocorreu nenhuma expressão de acanhamento ou desconforto, ela, no bom e velho ingles, não deu a menor moral para o fato. Na sequência a primógena caminhou até o sofá, sentando-se e cruzando as pernas. Mantendo uma postura que Thomas só havia visto nas poucas peças teatrais clássicas que havia assistido em sua vida, era como olhar para uma rainha.
-Não preocupe-se diretamente com a vossa ausente prática do idioma vigente meu caro senhor Chevallier, és recem chegado, seria indelicadeza de minha parte exigir de ti tamanho domínio. Obrigada pela recepção, vejo que és instruindo em uma etiqueta dinga de nosso vitae. A ti devo informar, que chegarão mais dois membros, a Senhorita Legrand e o Senhor Villatte. A harpia e o zelador dos elísios locais, em ordem é claro. Bom... Enquanto estes não chegam, conte-me sobre suas pretenções de aplicações financeiras locais, meu jovem.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Fractius em Sab 27 Abr 2013 - 17:00

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Ela era fenomenal. Thomas não esperava esta reação de que seus olhos não foi um incômodo ao decote divino da Primógena de seu clã. Acompanhou com seus olhos a cada momento, principalmente no cruzar de pernas elegantes, digna de uma verdadeira rainha. Sentou-se elegantemente acompanhando-a cruzando sua perna esquerda sob a direita e apoiava levemente suas mãos próximo ao joelho. Ouvia as palavras que saía desta divindade. Curioso em saber quem seriam pessoalmente esses dois outros membros. Uma harpia e um zelador.Seria bom começar uma nova amizade entre esses dois. A harpia pelo fato de saber de todas as fofocas e um zelador, teria talvez alguns benefícios a mais no elísio da cidade. Um pouco aliviado em relação ao inglês, o neófito desenha um sorriso e logo completa falando em inglês: ─ Eu fico grato. Mas lhe prometo que irei me acostumar logo. Eu que fico grato com vossa presença. Teria mas algo que poderia fazer pela senhorita ? - Esperava as respostas. Antes ela não fez questão em querer beber algo, melhor eu ficar em silêncio e assim evitar o garfe da alta sociedade.

Ouvia atentamente a curiosidade da bela mulher em relação ao meus investimentos na cidade. Um sorriso malicioso soltou de canto de boca. Não para soar como um deboche, totalmente ao contrário. Isso foi apenas a ânsia de curiosidade da madame. Não a deixou esperar muito pela resposta, então após pensar por alguns segundos completou: ─ Senhorita Matignon... Eu em primeiro não gostaria de atrapalhar nos sistemas de aplicações financeiras dos membros do nosso clã nesta cidade. Mas como Paris é linda, sembre bem dotada de culturas. Todos que não são daqui, sabem disso. Temos a internet e a televisão para provar isso. Eu queria precisamente investir nos mesmos assuntos a qual eu pratico em minha terra natal... Fora que meu intuito principal é ajudar o nosso Clã e a Camarilla em si dos problemas maiores. Não sou um combatente, mas posso ajudar de minha maneira. Claro que assim que me estabelecer fixamente nessa terra maravilhosa. - Pausou por alguns segundos esperando alguma reação na mulher, seus olhos as vezes deslizava levemente em direção as pernas da mesma. Mas voltou ao foco e continuou: ─ Minha querida... Quais seriam os verdadeiros problemas que Paris está sofrendo. Soube por alto da situação. Não sou nenhum ancião, mas as vezes nem sempre o poder esta dentro de nós... E sim nas nossas capacidades. - Finalizava e aguardava ansiosamente ela completar e a chegada dos outros dois convidados.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Danto em Sab 27 Abr 2013 - 17:23

A mulher respondeu quase que de imediato em inglês, um inglês de sotaque victoriano. Algo tão raro nesses dias, que na própria Londres, Thomas só era capaz de associar esse sotaque aos membros da coroa real britânica e mais nenhum cidadão, nem mesmo o maiores magnatas do local. Um sotaque que supreendeu o jovem vampiro, por uma simples associação, a cainita à sua frente não poderia ser algo menor do que um ancião para pronunciar o inglês daquela forma.

-Vejo que, pela vossa necessária atenção aos detalhes corporais, detalhes esses aos quais eu fui agraciada em minha juventude mortal, costumavam redender à mim uma excelente posição na corte brintânica. Presumo por esta necessidade, completamente compreensível em vocês mais jovens, que vossos investimentos sejam relacionados ao corpo... Saiba que não há restrições ou censuras em relaçãos a tais investimentos, eles são muito mais dignos hoje do que eram em minha época como mortal. Mas peço para que você tenha alguns cuidados, principalmente com a emergente Black Rosses... Entretanto, asseguro-lhe que a harpia será muito mais capacitada para lhe passar tais recomendações.
A mulher fez uma breve pausa, para retomar a sua fala e responder a pergunta direta feita pelo jovem.
-As problemáticas em Paris para nós, Ventrue, são os Tremere e Toreadores locais. Digo isto, pois os dois cargos máximos locais são dominados por esses dois clãs há seculos. E precisamos assumir o trono local. Em caráter de urgência.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Fractius em Seg 29 Abr 2013 - 7:29

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Realmente é difícil em acreditar, mas o tom da voz dela e aquele sotaque maravilhoso não era ouvido por muitos. Até em sua Londres, apenas os mais antigos tinha este sotaque forte e esplêndido do inglês. O jovem Ventrue desenha um leve sorriso ao seu belo rosto e responde a primógena: ─ Esplêndido... seu inglês é perfeito minha senhorita. Tempo que não ouço este 'sotaque'. - Thomas acha incrível esses pequenos detalhes, mas para o clã em si já era algo de grandeza e sabe que esta mulher é uma preciosidade e antiga demais dentre os membros de seu clã.

O Ventrue nota os termos nas palavras dela em relação aos investimentos cabíveis nesta cidade. "Black Rosses... Curioso." - Mantinha a serenidade em seu rosto, sua expressão era de um ouvinte cauteloso e astuto. Ficou um pouco curioso e perguntou: ─ Black Rosses... ? O que seria e quem seria o seu proprietário... minha senhorita ? - Esperava alguma resposta mas concreta. Pelo que ela informou a Harpia deve ser a melhor pessoa para fazer as perguntas. Enquanto isso ouvia tudo que ela dizia, sempre pescando as palavras mas diversificadas. "Toreadores e Tremeres... Sempre foram os dois problemas para os Ventrues. Na minha Londres isso nunca aconteceu. Sempre fora dos Ventrue. É uma vergonha Paris ser comandada pelo clã das rosas e em segundo sendo pelos feiticeiros. Isso tem que mudar... e vai mudar." - Perdeu leves segundos preso em seus pensamentos. Então seus olhos claros voaram em direção aos olhos de Catherine e dizia calmamente e com a maior elegância possível: ─ Compreendo... Isso tem que mudar. Pelo simples fato de que os Tremeres e Toreadores não entendem a verdadeira essência do poder. Eles brincam com o poder mas não sabem como ele realmente funciona, nós membros de sangue-azul nascemos para a liderança. Sabemos como o poder funciona de verdade. Isso é inevitável. Na minha Londres... Foi o que sempre ouvi e viste. - Deu uma leve pausa para ver a reação da Primógena. Thomas é um neófito, mas entendia a essência do poder. E ele sabe que o poder não vem através do dom das trevas. E o que move os mundos em dias de hoje um dos fatores é o dinheiro. E o clã mais promisso a isto é o dele.

Um doce sorriso surge em seu rosto, demostrando que tinha algo em mente. Então completa: ─ Eu tenho um plano... Para mudar o lado da moeda. Do cara... Terá que virar para a coroa. Se estiver interessada em ouvir, mesmo eu sendo jovem. Eu penso como um jovem. E tenho certeza que meu plano será infalível. Prefere ouvi-lo agora minha querida, ou aguardemos os outros dois convidados ? - Estava por dentro um pouco nervoso, mas por fora demostrava estar confiante e esperaria em que a anciã possa ouvir o que o neófito britânico tenha a dizer.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Danto em Seg 29 Abr 2013 - 15:51

Antes mesmo que a primógena fosse capaz de argumentar qualquer frase, o som da campainha do apartamento de Thomas a fez sorrir de forma sutil e falar de uma forma branda:
-Creio que não nos resta muitas opções, os demais convidados chegaram.
A sua jovem carniçal reagiu como deveria, movendo-se prontamente até a porta, abrindo-a e fazendo uma reverência aos dois. E logo em seguida, assumindo à frente para fazer o pronunciamento da chegada de ambos.
-Senhor Hervé Villate, zelador dos Elísios centrais e senhorita Beatriz Legrand, Harpia.
Disse a jovem, que logo daria à frente para os dois últimos convidados entrarem na mesma sala onde Thomas e Catherine já estavam. A senhorita Legrand estava mais ou fundo, entregando o sobretudo marrom e pesadíssimo para a jovem carniçal, revelando um corpo magro e delicado, coberto por roupas mais fechadas e formais. Já Villate assumia a frente e caminhava até vocês dois, cumprimentando primeiramente Catherine e só em seguida parando à sua frente.
-É um prazer conhece-lo meu jovem. Seja muito bem vindo à Paris.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Fractius em Seg 29 Abr 2013 - 18:04

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Quando ouve a campainha sorrir junto das palavras da Primógena. Apenas olhou para Natasha e o fez um leve sinal de cabeça para que a mesma abra a porta e dizia para Catherine: ─ Claro, porque não... - Apenas aguardava os dois convidados. Quando notou ambos. Apenas olhou os mesmos de cima para baixo. Então quando o suposto zelador se aproximou, enquanto a bela e reservada harpia ficou um pouco para trás. Ela possa ser um pouco tímida. Quem sabe. Thomas se levanta de vagar, passando ambas as mãos de cima pra baixo em seu paletó e com um sorriso amigável dizia em francês para o homem: ─ Boa noite e sejam bem-vindos. Agradeço a hospitalidade. E por favor, sente-se e fique a vontade senhor Villate. - Enquanto cumprimentava o zelador esticava a mão direita para um aperto formal. e já o indicando para se sentar em uma das poltronas. Seus olhos já seguiam em direção da harpia. Esperando que a mesma se aproxima e com seu jeito galanteador, manteve o seu sorriso perfeito desenhado ao rosto. Com sua mão direita esticou um pouco para frente com a palma virada pra cima. Para que a mesma deposite sua delicada mão para que o neófito possa beija-la e completa: ─ Senhorita Legrand... Seja bem-vinda e é uma honra em conhecê-la. Sente-se e junte-se a nós por favor. - Esperava a reação de ambos os membros. E após os comprimentos voltava para seu lugar para começar a reunião. E finalizava seus olhos para o corpo perfeito da Primógena, por ela ser a mais antiga, deva dar início na reunião: "Interessante... Os três principais, após conhecer melhor esta cidade, eles verão que eu não sou um simples e fraco neófito. Como prometi ao Primógeno de Londres que confiou a mim esta missão. E quem sabe eu ganho algumas dignitas a mais e subo dentro do meu clã... Hahaha. Perfeito." - Finalizava seus pensamentos mas por fora mantinha o seu belo sorriso.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Danto em Qui 2 Maio 2013 - 17:49

Os cumprimentos foram feitos, assim como as recepções e gacejos dingos da família mais tradicional entre todas as outras, o sangue azul dos Ventrue não era apenas cerregado pela liderança e pelo dinheiro, mas principalmente, pelas tradições hierarquicas. E como se era de esperar, a primógena foi a responsável direta pelo início da pequena reunião que estava acontecendo.
-Boa noite à todos. Entendo que nenhum de vocês ainda saiba exatamente a razão pela qual convoquei esta reunião, ainda mais na presença de um jovem membro chegado de Londres. A explicação é um pouco mais complexa do que vocês possam imaginar. O arconte direto do Justicar Ventrue foi o responsável pela arquitetação e execução de algumas modificações no panorama de localização de neófitos Ventrue em várias regiões globais, isso ocorre como resposta à atual crise monetária mortal pela qual a União Europeia se encontra. França e Alemanha, assim como a Inglaterra, se encontraram nas melhores posições destes acontecimentos e a transferencia de capital contido por esses Ventrue novos, pode resultaram em uma auxílio aos países menores e Ventrues de países menores. Bom, vamos ao ponto que envolve exclusivamente a função de Paris no cenário global. O primeiro passo é a ascenção de nossos membros na Camarilla local, para tal, pretendo incluir voce, jovem Thomas, como uma nova Harpia local.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Fractius em Sex 3 Maio 2013 - 0:18

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Ouvia atentamente cada palavra dada pela bela Primógena. Mas quando ouve o seu cargo, sua expressão muda um pouco em não estar muito satisfeito. Olhou para o solo por instantes sem perder a sua pose de autocrata. Então olhou bem nos olhos de sua 'líder' local e rapidamente olhou para os outros dois convidados para notar suas reações diante do seu novo cargo.

"Merda... Um Harpia... Nem sei direito o que faz este cargo. Pelo que lembro daquele filha da puta do Paul McWillians... ele era um em Londres, ou ainda é. Merda, fazer o que, estou em uma cidade desconhecida, é até bom ter um cargo, assim poderei andar tranquilo pela cidade sem ninguém em meu calço."

Então um sorriso desajeitado foi desenhado ao contorno do seu belo rosto. Começou levemente esfregar suas mãos uma nas outras e logo proferiu em inglês sua bela voz olhando em direção de Catherine.

─ Fico realmente honrado em ter um cargo em Paris. Vejo que meus feitos em Londres acabou me acolhendo resultados. A Srª e a todos os membros do Clã e a Camarilla vai ter resultados positivos. Não vou desmerecer ninguém e muito menos tomar os lugares dos presentes da cidade.

Apenas se silenciou e seus olhos claros rapidamente rodopiaram entre os presentes para notar suas reações físicas e emocionais. Esperaria alguém dizer algo, se não apenas completaria.

─ Não sei se é a hora... Mas Srª Legrand... antes de chegar estava perguntando a vossa primógena sobre os lugares menos perigosos da cidade e quais seriam os maiores problemas. Ela me informou que a você seria a pessoa certa para me dar tais detalhes. Seria uma honra poder ouvi-la. E os perigos sobre uma boate chamada Black Roses. Pelo nome exótico creio que seja de algum membro do clã das rosas. Estou certo ?

Em reposta parou suas mãos apoiadas em cima de seu joelho direito, com o sorriso malicioso e ao mesmo tempo se alargando de vagar para um elegante e aguardava ociosamente as respostas alheias. E sempre falava olhando nos olhos, pois se não o fizer seria uma falta de etiqueta. Thomas é excêntrico em seus refúgios e posses. Mas com membros do seu clã, tentava ao máximo se comportar. Pois Dignitas é o verdadeiro 'poder' dentro de seu clã. Ele almeja crescer logo e quem sabe, finalizar com a vida de Paul McWillians de vez e assim finalizar sua vingança.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Danto em Sex 3 Maio 2013 - 15:57

-A Black Roses é um protótipo de Elísio, regido por um Ravnos errante e exótico. Há muito o local é visado pelo Sabá e pela Camarilla, entretanto, o Ravnos que rege o local se mantem distante de qualquer afiliação concreta.
Respondeu inicialmente o educadíssimo Senhor Villate. Mas logo em seguida a doce e suave voz da Hárpia se fez ouvir na sala, a mulher até então havia falado pouquíssimo, muito menos do que qualquer Harpia comum normalmente faria.
-Dimitri Heron é o nome deste Ravnos, a verdade é que o mesmo faz questão de apenas manter o local como um ambiente neutro de negócios. Ele é um fornecedor tanto para a Camarilla quanto para o Sabá, mantêm inclusive laços com um Giovanni importante local, algo que de certa forma não nos agrada. Tendo em vista o recente episódio que colocou a relação Camarilla-Giovanni num patamar delicadíssimo...

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Fractius em Sex 3 Maio 2013 - 17:05

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Ouvia atentamente as palavras do Zelador. Quando o mesmo começou a se pronunciar seus olhos verdes se direcionaram quase que sozinhos em direção do membro. Levemente afirmando com a cabeça em concordância do que vinha a ouvir.

─ Entendo perfeitamente. Se ele não incomoda ninguém, melhor assim. Mas o local me parece soá interessante. Como novo Harpia local, poderia pesquisar melhor e analisar a situação de Paris...

Quando ouviu a doce voz da Harpia soou no local seus olhos voaram em respostas para mesma, finalizando com um leve e belo sorriso. Ouvia todas as palavras atentamente.

"Um cigano pelo que eu me lembre que esses Ravnos são... Interessante."

Continuou ouvindo tudo que a bela mulher dizia. Após algumas análises desenhou um sorriso ao ouvir tudo, até a confusão entre os Giovannis. Thomas não sabe se por ser jovem é espontâneo em suas ideias e diferente dos anciões que ficam meses pesquisando e demoram muito para agirem. Mas de qualquer forma ele olha para todos pairando seus olhos novamente em direção da bela Catherine.

─ Interessante. Um ambiente neutro seria perfeito para começarmos a mudar o lado da moeda local. Se possível... Qual episódio recente seria este com os Giovannis Srª Legrand... E por gentileza a localização de onde ficaria esta boate. Em nossos domínios ou de inimigos locais... ? Pois... Eu tenho um plano inicial, pois boates, cassinos e bordéis... Sempre foi uma das minhas especialidades. Sei como este povo pensa. Assim, tenho algo em mente. Não por eu ser jovem que eu seja espontâneo. Mas tenho um plano... Gostariam de ouvi-lo ?

Thomas finaliza com um sorriso amistoso e aguardava respostas alheias e realmente em sua mente maquiavélica tinha um plano bom.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Danto em Seg 6 Maio 2013 - 21:16

Chaterine olhou para Villate e em seguida para a Harpia, para então começar a falar e parar o olhar sobre Thomas.
-Conte-nos sobre o teu plano. E assim que terminar, já adianto-lhes que esta reunião terminará. Assim como também adianto-lhe meu conselho, Senhor Chavallier. Visite esta Black Roses e peço-lhe, Senhorita Legrand que coloque nosso novo membro à par dos recentes acontecimentos locais no caminho à boate. Agora...Sinta-se à vontade para ilustrar teu plano para nós meu caro Thomas.

Off: Última ação antes do final do canto.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

Mensagem por Fractius em Qua 8 Maio 2013 - 14:33

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Observa os olhos belos da Primógena quando seguia entre os outros convidados, nada dizia. Ouvia tranquilamente a voz bela e ao mesmo tempo firme da mulher, nada dizia, apenas afirmava com sua cabeça de leve em ralação a tudo. Quando era pro jovem falar, ele esboça um leve e belo sorriso como resposta. Desencostando de sua poltrona erguendo seu corpo um pouco a frente, descruzando as pernas e ambas as mãos juntas entre seus joelhos e logo respondia:

─ Agradeço muito minha senhorita. E será uma honra em ter Srª Legrand como minha 'guia' em relação aos problemas de Paris e sobre o local... E sobre o plano... é simples...

Seus olhos passaram de leve para cada um dos presentes. Não importava se estivesse em meio de anciões, ancillaes o que for. Era o seu jeito de levar sua não-vida. Sempre educado diante os membros do seu clã, fora isso, ele era um grande pervertido em seus planos e controle financeiro. Então continuou com sua doce e calma voz, falaria olhando sempre para todos os presentes:

─ Não sei a situação deste Ravnos... em relação a vocês aqui em Paris. Mas pelo que vocês me contaram, ali é uma espécie de elísio e ao mesmo tempo um antro do demônio. Creio que já tenham pensado nisso. Mas vou falar assim mesmo. Porque não tornarmos este local um elísio ? Creio que minha conversa com este Mr. Dimitri será de sucessos. Aí que entra o plano, não seria em si um elísio verdadeiro. Nós mesmos espalharíamos esta notícia para o Sabá que a boate pertence a Camarilla. Então os recalcados e monstros da seita rival viriam com um pouco de raiva. Assim poderíamos criar um cerco, com o Xerife e outros membros dotados com habilidades de combater. O início do plano seria este. Eu pessoalmente sei como detalha-lo mas se me permitirem. E com isso o Ravnos seria descartado a não ser que tenham simpatia com o mesmo, aí poderíamos precavi de sua não-vida. Assim cedo ou tarde, chegaríamos aos cabeças aqui de Paris. O que acham ?

Após esperaria e quando fosse para a boate, levaria sua carniçal junto. Usaria o mesmo terno, só levaria por cima de seu ombro um sobretudo preto para dar o charme e o magnetismo de seu porte social e beleza. E ouviria tudo que a Harpia teria para conta-lo.

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Re: Canto I - Thomas Chevallier

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